O Vibrador Ponto G e a Viagem de Negócios. Ana Carolina é uma executiva bem-sucedida que, após um divórcio recente, redescobre seu corpo através de um Vibrador Ponto G com Língua de Clitóris – presente que comprou para si mesma em um ato de rebeldia silenciosa.
A trama: Em uma viagem de negócios, ela resolve testar o brinquedo durante uma videochamada importante, usando o modo silencioso do vibrador enquanto conversa com colegas.
O objeto, porém, revela-se mais poderoso do que esperava, levando-a a um orgasmo proibido, enquanto o fantasma do ex-marido assombra suas memórias mais íntimas.
O Vibrador Ponto G e a Viagem de Negócios – Chegada ao Hotel
O quarto do hotel cheirava a lençóis lavados e um leve traço do perfume que ela aplicara no pulso antes da reunião – J’adore, o mesmo que usava na noite em que o ex-marido a beijou pela última vez antes do divórcio.

Ana Carolina deslizou os dedos pela mala de executiva, tirando o laptop, o carregador e, por fim, o pacote discreto que comprara escondida na semana anterior:
O Vibrador Ponto G com Língua de Clitóris.

Era um objeto “pequeno”, 13,4 cm de silicone macio, cor rosa bebê, com uma curvatura que prometia atingir lugares que nem as mãos dele alcançavam.
“7 vibrações, 7 ritmos de língua”, lia no manual, enquanto os dedos tremiam. Ela não era de brinquedos – sempre tivera Ricardo para isso.
Mas desde o divórcio, seu corpo parecia um instrumento desafinado, tocado por mãos erradas.
O Corpo ainda Lembrava Dele
Ana se olhou no espelho do banheiro. Usava um tailleur cinza, a saia justa terminando acima dos joelhos, as meias-calças pretas realçando as coxas que ele adorava morder. Seus lábios estavam pintados de vermelho escuro – “Sangue de Boa”, o batom que ele dizia combinar com sua pele morena.
Baixou o zíper da saia devagar, como se ainda estivesse se acostumando com a própria nudez. Sua calcinha era rendada, preta, a mesma que usara na última noite com ele. “Você fica molhada só de eu respirar perto”, ele murmurava, e ela odiava como seu corpo ainda reagia à memória.
Os dedos escorregaram pelos pelos pubianos cuidadosamente aparados – ela mantinha o hábito, mesmo sem ninguém para apreciar. A umidade entre as pernas era inegável.
O Vibrador Ponto G e o Segredo
O laptop bipou. Era a reunião das 21h com a matriz em Milão. Ana respirou fundo, ligou o Vibrador Ponto G no modo “Suave” – o mais devagar e relaxante, perfeito para ocasiões discretas – e o encaixou sob o tailleur, a ponta da língua elétrica pressionando seu clitóris através da calcinha.
“Buonasera, Ana!” cumprimentou o diretor italiano, enquanto ela se sentava na cadeira, as coxas pressionando o brinquedo.
A primeira vibração foi um choque. Sua boca se entreabriu, os dedos se agarrando à mesa. O silêncio do motor era assustador – ninguém na chamada podia ouvir o zumbido que agora percorria seu corpo.
O Vibrador Ponto G e o Fantasma do Ex-Marido
Enquanto o CFO falava sobre lucros trimestrais, Ana imaginou Ricardo ali, naquela sala de hotel. Era assim que ele começava – devagar, quase casual, os dedos passeando por sua nuca enquanto ela tentava focar em outras coisas.
“Você tá me deixando louco de propósito”, ele dizia, e ela sempre respondia com um “Não sei do que você tá falando”, mesmo com as pernas já abertas.

Ana encaixou o Vibrador ponto G ainda mais fundo e ligou a língua maliciosa e engoliu inesperado gemido.
Enquanto isso, a ponta do brinquedo sexual pressionava seu ponto G com uma precisão que a fazia questionar se Ricardo realmente a conhecia tão bem assim.
O Vibrador Ponto G e o Perigo do Prazer
“Ana, seus números estão excelentes, você é uma mulher muito talentosa”, elogiou o diretor. Ela sorriu, as unhas cravando na própria coxa. O calor subia pelo seu pescoço, o batom manchando levemente o copo d’água.
De repente, o vibrador ativou o modo “vibrações alternadas”, e ela arqueou as costas sem querer. “Problema de conexão?” perguntou alguém. “Não, só… ajustando a cadeira”, mentiu, as pernas tremendo.
Seu clitóris pulsava sob a língua elétrica, a calcinha encharcada grudando no silicone. Fechou os olhos por um segundo – e viu Ricardo naquela última vez, seu corpo suado sobre o dela, os dentes cravados em seu ombro enquanto a fazia gozar até chorar.
O Vibrador Ponto G e o orgasmo que Não Podia Ser Ouvido
“Precisamos da sua assinatura no relatório, Ana”.
Era agora. O vibrador ponto G disparou para o modo mais rápido, e ela sentiu o orgasmo subir como um incêndio. Seus músculos abdominais se contraíram, a boca mordendo o lábio inferior para não gritar.
“Um momento”, disse, fingindo digitar algo, enquanto as contrações a sacudiam.
O brinquedo parecia ler sua mente, a língua acelerando no clitóris, a curvatura batendo exatamente onde Ricardo costumava pressionar.
Quando a onda passou, seu batom estava borrado, as pernas fracas. “Assinatura enviada”, anunciou, a voz rouca.
O momento depois da reunião
Após a reunião, Ana deslizou da cadeira.
O vibrador ponto G por sua vez ainda zumbia suavemente dentro dela.
Foi então que ela o tirou cuidadosamente e sentiu inesperadamente entre suas coxas o fluído do êxtase.
Na tela do laptop, uma mensagem não lida:
“Você esqueceu seu livro aqui. Posso levar no escritório amanhã?” – Ricardo.
Ana olhou para o vibrador ainda úmido em sua mão, os reflexos pérola do silicone brincando com a luz do abajur. Um sorriso torto surgiu em seus lábios borrados de batom – a mesma expressão que usava quando Ricardo tentava se desculpar depois das brigas.
“Parece que alguém finalmente aprendeu a chegar na hora certa”, pensou, passando o lenço com cuidado entre as curvas do brinquedo.
O contraste era hilário: ela, de pernas ainda trêmulas, limpando metodicamente os 13,4 cm que haviam feito em minutos o que Ricardo levava meia hora para conseguir – quando não “esquecia” de terminar o serviço.
A mensagem dele piscava no laptop como um lembrete patético. Ana esticou os dedos do pé, sentindo o último espasmo de prazer percorrer suas coxas, e digitou com apenas uma mão:
“Não se preocupe, já arrumei um substituto à altura. E olha que nem precisa de elogios depois.”
O vibrador, agora recarregando na tomada ao lado da cama, parecia quase sorrir para ela, afinal, ela acabara de descobrir que receber promoções e comprar brinquedos sexuais não eram as únicas coisas que sabia conseguir sozinha.
(🔌 Continua… ou não – ele que espere.)
Depois desse conto, O Vibrador e o Ponto G, descubra o segredo do prazer de Ana!
O Vibrador Ponto G com língua maliciosa — é uma revolução íntima.



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